Novas declarações de Donald Trump sobre o conflito com o Irã:
Segundo reportagem da CBS, Trump estaria considerando assumir o controle do Estreito de Hormuz, um dos pontos mais estratégicos do comércio global de petróleo.
Em entrevista citada por repórteres, Trump também afirmou que os EUA estão “muito à frente” do cronograma inicial de 4 a 5 semanas previsto para a operação contra o Irã, indicando que as ações militares estariam avançando mais rápido do que o planejado.
O presidente ainda declarou que acredita que a guerra contra o Irã está “praticamente completa”, sugerindo que o conflito estaria próximo de uma fase decisiva.
Ao mesmo tempo, novas reportagens indicam que Trump sinalizou apoio à possibilidade de atingir o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, caso ele se recuse a aceitar as exigências dos Estados Unidos, incluindo o encerramento do programa nuclear iraniano.
De acordo com autoridades atuais e ex-integrantes do governo americano, Trump teria dito a assessores que apoiaria a eliminação do líder iraniano caso ele não ceda às demandas dos EUA.
A Casa Branca se recusou a comentar oficialmente, mas Trump afirmou estar “insatisfeito” com a escolha de Mojtaba Khamenei como líder supremo, chegando a classificá-lo anteriormente como “inaceitável”.
“Não vou passar por tudo isso para terminar com outro Khamenei”, disse Trump.
Autoridades também afirmam que Israel provavelmente conduziria qualquer operação direta contra o líder iraniano, já que o país vem liderando ataques contra figuras importantes da liderança iraniana.
Em Washington, Mojtaba Khamenei é amplamente visto como um sucessor linha-dura, apoiado pela Guarda Revolucionária Islâmica, e considerado pouco propenso a abandonar o programa nuclear do Irã ou aceitar os termos impostos pelos Estados Unidos.
Segundo reportagem da CBS, Trump estaria considerando assumir o controle do Estreito de Hormuz, um dos pontos mais estratégicos do comércio global de petróleo.
Em entrevista citada por repórteres, Trump também afirmou que os EUA estão “muito à frente” do cronograma inicial de 4 a 5 semanas previsto para a operação contra o Irã, indicando que as ações militares estariam avançando mais rápido do que o planejado.
O presidente ainda declarou que acredita que a guerra contra o Irã está “praticamente completa”, sugerindo que o conflito estaria próximo de uma fase decisiva.
Ao mesmo tempo, novas reportagens indicam que Trump sinalizou apoio à possibilidade de atingir o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, caso ele se recuse a aceitar as exigências dos Estados Unidos, incluindo o encerramento do programa nuclear iraniano.
De acordo com autoridades atuais e ex-integrantes do governo americano, Trump teria dito a assessores que apoiaria a eliminação do líder iraniano caso ele não ceda às demandas dos EUA.
A Casa Branca se recusou a comentar oficialmente, mas Trump afirmou estar “insatisfeito” com a escolha de Mojtaba Khamenei como líder supremo, chegando a classificá-lo anteriormente como “inaceitável”.
“Não vou passar por tudo isso para terminar com outro Khamenei”, disse Trump.
Autoridades também afirmam que Israel provavelmente conduziria qualquer operação direta contra o líder iraniano, já que o país vem liderando ataques contra figuras importantes da liderança iraniana.
Em Washington, Mojtaba Khamenei é amplamente visto como um sucessor linha-dura, apoiado pela Guarda Revolucionária Islâmica, e considerado pouco propenso a abandonar o programa nuclear do Irã ou aceitar os termos impostos pelos Estados Unidos.
🔥6❤3
Wyllian Capucci
Novas declarações de Donald Trump sobre o conflito com o Irã: Segundo reportagem da CBS, Trump estaria considerando assumir o controle do Estreito de Hormuz, um dos pontos mais estratégicos do comércio global de petróleo. Em entrevista citada por repórteres…
Os índices S&P500 e Nasdaq positivaram no dia após as declarações de Trump ("guerrar praticamente completa"), recuperando de perdas de -2,34% no ES e -2,71% no NQ para uma alta de 1,01 e 1,55%, respectivamente.
🔥3
Wyllian Capucci
Abertura do Petróleo acima de $100 o barril (máxima em $113,48) com escalada na guerra do Irã, anúncio de novo aiatolá, pressão de Xi Jinping sobre Taiwan, pesam forte sobre preços na abertura deste domingo. O S&P500, Nasdaq e Dow Jones futuro caem por volta…
O dia vai finalizando completamente diferente da abertura ontem a noite.
🤯11❤5🕊2🤣1
“Demand destruction” do petróleo acima de US$155/barril
Segundo a AllianceBernstein, a demanda por petróleo só começaria a cair de forma relevante com preços próximos de US$155/barril, nível que representaria um peso econômico semelhante ao observado em 2007. A recente alta do Brent para a faixa de US$100–110 reflete a “descoberta de preço de guerra” após o fechamento do Estreito de Hormuz, que interrompeu parte da oferta no Oriente Médio. O banco estima que a perda de 20% da oferta global de petróleo e LNG poderia levar o Brent médio de 2026 para acima de US$90 com três meses de interrupção e acima de US$110 se durar seis meses, com picos ainda maiores.
Nesse cenário, a destruição relevante da demanda por petróleo só ocorreria com preços próximos de US$155 por barril.
Um conflito prolongado, no entanto, aumentaria o risco de recessão e poderia pressionar as ações do setor de energia.
Segundo a AllianceBernstein, a demanda por petróleo só começaria a cair de forma relevante com preços próximos de US$155/barril, nível que representaria um peso econômico semelhante ao observado em 2007. A recente alta do Brent para a faixa de US$100–110 reflete a “descoberta de preço de guerra” após o fechamento do Estreito de Hormuz, que interrompeu parte da oferta no Oriente Médio. O banco estima que a perda de 20% da oferta global de petróleo e LNG poderia levar o Brent médio de 2026 para acima de US$90 com três meses de interrupção e acima de US$110 se durar seis meses, com picos ainda maiores.
Nesse cenário, a destruição relevante da demanda por petróleo só ocorreria com preços próximos de US$155 por barril.
Um conflito prolongado, no entanto, aumentaria o risco de recessão e poderia pressionar as ações do setor de energia.
❤4
Grande divergência entre o ADP (maior nível desde novembro) e o payroll oficial do BLS (maior fraqueza desde outubro).
O ADP semanal de emprego subiu para +15,5 mil, ante +12,75 mil anteriormente.
Essa divergência reforça o quadro confuso do mercado de trabalho: enquanto o payroll apontou desaceleração, os dados privados sugerem que a demanda por emprego ainda segue relativamente resiliente.
O ADP semanal de emprego subiu para +15,5 mil, ante +12,75 mil anteriormente.
Essa divergência reforça o quadro confuso do mercado de trabalho: enquanto o payroll apontou desaceleração, os dados privados sugerem que a demanda por emprego ainda segue relativamente resiliente.
🔥3👍2
PRE-MARKET 10/03/2026
Os mercados ainda digerem a forte reversão vista nas últimas 48h. Após disparar para perto de US$120 com o choque geopolítico, o petróleo despencou para abaixo de US$90 depois do anúncio de liberação de reservas estratégicas pelo G7 e sinais de possível conclusão do conflito por Trump.
A queda abrupta do petróleo continua sendo o principal driver do rally recente nos ativos de risco.
No intermarket nesta manhã, os mercados mostram um movimento de consolidação após a forte volatilidade recente. Futuros do S&P 500 recuam cerca de -0,20%, enquanto o Nasdaq cai -0,12% e o Dow Jones perde -0,23%, com o Russell liderando as quedas (-0,65%). Depois do forte rally de ontem (quando os índices chegaram a sair de quedas superiores a 2-3% para ganhos acima de 1%) o mercado parece apenas fazendo uma pausa técnica e digestão do movimento, sem sinal claro de rotação defensiva.
O ouro sobe cerca de +0,88%, o dólar (DXY) opera praticamente estável (+0,02%) e o Bitcoin avança cerca de +2,16%. MAG7: desempenho misto – TSLA +0,60%, META +0,46%, GOOG +0,01%, NVDA -0,01%, MSFT -0,06%, AMZN -0,12% e AAPL -0,32%.
Segundo traders citados pelo Goldman Sachs, o mercado está rapidamente desmontando o “right tail” do petróleo, o cenário extremo de disparada sustentada nos preços da energia. A lógica tem sido clara: sempre que o petróleo dispara, governos e diplomacia começam imediatamente a buscar caminhos de desescalada.
Mesmo assim, o choque deixa algumas cicatrizes estruturais. Mesmo sem fechar efetivamente o Estreito de Hormuz, o Irã já demonstrou que a ameaça de interrupção da rota energética é suficiente para afetar fluxos logísticos e custos de seguro marítimo, algo que tende a manter um prêmio estrutural no petróleo no médio prazo.
Os mercados ainda digerem a forte reversão vista nas últimas 48h. Após disparar para perto de US$120 com o choque geopolítico, o petróleo despencou para abaixo de US$90 depois do anúncio de liberação de reservas estratégicas pelo G7 e sinais de possível conclusão do conflito por Trump.
A queda abrupta do petróleo continua sendo o principal driver do rally recente nos ativos de risco.
No intermarket nesta manhã, os mercados mostram um movimento de consolidação após a forte volatilidade recente. Futuros do S&P 500 recuam cerca de -0,20%, enquanto o Nasdaq cai -0,12% e o Dow Jones perde -0,23%, com o Russell liderando as quedas (-0,65%). Depois do forte rally de ontem (quando os índices chegaram a sair de quedas superiores a 2-3% para ganhos acima de 1%) o mercado parece apenas fazendo uma pausa técnica e digestão do movimento, sem sinal claro de rotação defensiva.
O ouro sobe cerca de +0,88%, o dólar (DXY) opera praticamente estável (+0,02%) e o Bitcoin avança cerca de +2,16%. MAG7: desempenho misto – TSLA +0,60%, META +0,46%, GOOG +0,01%, NVDA -0,01%, MSFT -0,06%, AMZN -0,12% e AAPL -0,32%.
Segundo traders citados pelo Goldman Sachs, o mercado está rapidamente desmontando o “right tail” do petróleo, o cenário extremo de disparada sustentada nos preços da energia. A lógica tem sido clara: sempre que o petróleo dispara, governos e diplomacia começam imediatamente a buscar caminhos de desescalada.
Mesmo assim, o choque deixa algumas cicatrizes estruturais. Mesmo sem fechar efetivamente o Estreito de Hormuz, o Irã já demonstrou que a ameaça de interrupção da rota energética é suficiente para afetar fluxos logísticos e custos de seguro marítimo, algo que tende a manter um prêmio estrutural no petróleo no médio prazo.
Wyllian Capucci
PRE-MARKET 10/03/2026 Os mercados ainda digerem a forte reversão vista nas últimas 48h. Após disparar para perto de US$120 com o choque geopolítico, o petróleo despencou para abaixo de US$90 depois do anúncio de liberação de reservas estratégicas pelo G7…
Apesar do alívio, o mercado continua extremamente sensível à geopolítica e ao CPI de amanhã, que pode rapidamente mudar a narrativa de inflação.
No calendário macro, os dados recentes também não ajudam totalmente a narrativa. O PPI veio forte, o payroll decepcionou na semana passada, e agora o mercado volta suas atenções para o CPI de amanhã.
Entre os eventos corporativos, atenção especial hoje para Oracle (ORCL) após o fechamento, com investidores monitorando sinais sobre demanda por infraestrutura de inteligência artificial e gastos em data centers.
No calendário macro, os dados recentes também não ajudam totalmente a narrativa. O PPI veio forte, o payroll decepcionou na semana passada, e agora o mercado volta suas atenções para o CPI de amanhã.
Entre os eventos corporativos, atenção especial hoje para Oracle (ORCL) após o fechamento, com investidores monitorando sinais sobre demanda por infraestrutura de inteligência artificial e gastos em data centers.
IRGC diz que Irã - e não os EUA - decidirá quando a guerra termina; Trump ameaça atacar “20 vezes mais forte” se Hormuz continuar bloqueado
Após cerca de dez dias de conflito, o Pentágono afirma que os EUA estão ganhando e que ataques já degradaram parte da infraestrutura militar iraniana. Trump chegou a dizer que a guerra pode acabar em breve, mas ao mesmo tempo ameaçou responder “20 vezes mais forte” caso o Irã tente interromper o fluxo de petróleo pelo Estreito de Hormuz.
Teerã, porém, rejeita essa narrativa. O IRGC afirma que seu programa de mísseis segue intacto e que o país está preparado para um conflito prolongado, insistindo que será o Irã - e não Washington - quem decidirá quando a guerra termina. Enquanto isso, o risco de escalada regional permanece no radar, especialmente envolvendo países do Golfo e o Líbano.
Após cerca de dez dias de conflito, o Pentágono afirma que os EUA estão ganhando e que ataques já degradaram parte da infraestrutura militar iraniana. Trump chegou a dizer que a guerra pode acabar em breve, mas ao mesmo tempo ameaçou responder “20 vezes mais forte” caso o Irã tente interromper o fluxo de petróleo pelo Estreito de Hormuz.
Teerã, porém, rejeita essa narrativa. O IRGC afirma que seu programa de mísseis segue intacto e que o país está preparado para um conflito prolongado, insistindo que será o Irã - e não Washington - quem decidirá quando a guerra termina. Enquanto isso, o risco de escalada regional permanece no radar, especialmente envolvendo países do Golfo e o Líbano.
Citadel Securities publicou este gráfico mostrando um fenômeno estranho.
Na verdade, as vagas de emprego para engenheiros de software estão apresentando um aumento expressivo.
Exemplo clássico do paradoxo de Jevons. Quando a IA barateia a programação, as empresas podem, na verdade, precisar de muito mais engenheiros de software, e não menos.
Quando o software se torna mais barato de desenvolver, as empresas naturalmente querem produzir muito mais. Atualmente, as empresas estão implementando software em setores e ferramentas onde antes era simplesmente muito caro.
---
Gráfico de
citadelsecurities.com/news-and-insights/2026-global-intelligence-crisis/
Na verdade, as vagas de emprego para engenheiros de software estão apresentando um aumento expressivo.
Exemplo clássico do paradoxo de Jevons. Quando a IA barateia a programação, as empresas podem, na verdade, precisar de muito mais engenheiros de software, e não menos.
Quando o software se torna mais barato de desenvolver, as empresas naturalmente querem produzir muito mais. Atualmente, as empresas estão implementando software em setores e ferramentas onde antes era simplesmente muito caro.
---
Gráfico de
citadelsecurities.com/news-and-insights/2026-global-intelligence-crisis/
❤3👏2🔥1
Essa headline abaixo saiu há uns 40 minutos atrás twitada pelo secretário Chris Wright
*A Marinha dos EUA escoltou um petroleiro pelo Estreito de Ormuz
*A Marinha dos EUA escoltou um petroleiro pelo Estreito de Ormuz
Membros da AIE concordaram em liberar 400 milhões de barris de petróleo - Declaração.
PRE-MARKET — 12 DE MARÇO DE 2026
Guerra no Irã volta a pressionar petróleo e ativos de risco
Os futuros dos EUA estão em forte queda, com o petróleo subindo brevemente acima de US$ 100, enquanto os mercados começam a aceitar a visão de que a guerra com o Irã não terminará esta semana, e possivelmente nao tão cedo. Às 9h15 (horário de Brasília), os futuros do S&P e do Nasdaq caíam 0,7%.
Os futuros caíram mais de 1% durante a noite, após o Iraque suspender as atividades em seus terminais de petróleo devido a um ataque a dois petroleiros; recuperaram parte das perdas após a retomada das operações normais no terminal de petróleo de Mina Al Fahal, em Omã.
Os movimentos dos mercados globais durante a noite foram relativamente moderados: o KOSPI caiu 48 pontos-base, o dia mais tranquilo em semanas, a China apresentou desempenho estável, a Europa teve um desempenho misto, com a Alemanha estável e a França caindo 50 pontos-base.
No pré-market, as ações das Mag 7 estão todas em baixa, as do setor de energia estão em alta e as ações defensivas superam as cíclicas em queda. O Irã ofereceu uma saída (garantia de que não haverá futuros ataques dos EUA e de Israel), mas não está claro se ela será aceita.
Os receios em relação ao crédito privado continuam a surgir, com o Morgan Stanley e a Cliffwater a restringirem os resgates dos seus fundos de crédito privado, pressionando tanto os mercados de ações como o de crédito. Os yields dos Bonds estão estáveis, o dólar está valorizado e as commodities apresentam bom desempenho nos três segmentos, com destaque para a energia.
O mercado está atento para ver se Powell ecoou a visão de Trump de que os aumentos de preços decorrentes do conflito são transitórios, enquanto outros bancos centrais observam uma mudança nas expectativas, passando de cortes para aumentos das taxas de juro.
Guerra no Irã volta a pressionar petróleo e ativos de risco
Os futuros dos EUA estão em forte queda, com o petróleo subindo brevemente acima de US$ 100, enquanto os mercados começam a aceitar a visão de que a guerra com o Irã não terminará esta semana, e possivelmente nao tão cedo. Às 9h15 (horário de Brasília), os futuros do S&P e do Nasdaq caíam 0,7%.
Os futuros caíram mais de 1% durante a noite, após o Iraque suspender as atividades em seus terminais de petróleo devido a um ataque a dois petroleiros; recuperaram parte das perdas após a retomada das operações normais no terminal de petróleo de Mina Al Fahal, em Omã.
Os movimentos dos mercados globais durante a noite foram relativamente moderados: o KOSPI caiu 48 pontos-base, o dia mais tranquilo em semanas, a China apresentou desempenho estável, a Europa teve um desempenho misto, com a Alemanha estável e a França caindo 50 pontos-base.
No pré-market, as ações das Mag 7 estão todas em baixa, as do setor de energia estão em alta e as ações defensivas superam as cíclicas em queda. O Irã ofereceu uma saída (garantia de que não haverá futuros ataques dos EUA e de Israel), mas não está claro se ela será aceita.
Os receios em relação ao crédito privado continuam a surgir, com o Morgan Stanley e a Cliffwater a restringirem os resgates dos seus fundos de crédito privado, pressionando tanto os mercados de ações como o de crédito. Os yields dos Bonds estão estáveis, o dólar está valorizado e as commodities apresentam bom desempenho nos três segmentos, com destaque para a energia.
O mercado está atento para ver se Powell ecoou a visão de Trump de que os aumentos de preços decorrentes do conflito são transitórios, enquanto outros bancos centrais observam uma mudança nas expectativas, passando de cortes para aumentos das taxas de juro.
👍1
Segundo a Agência Internacional de Energia, o conflito já afeta cerca de 7,5% da oferta global de petróleo, com fluxos pelo Estreito de Hormuz drasticamente reduzidos. Relatos de minas marítimas na região aumentam ainda mais a incerteza logística e o prêmio de risco no mercado de energia.
A alta do petróleo volta a trazer para o radar o risco de um novo choque inflacionário, especialmente em um momento em que o mercado ainda tenta calibrar expectativas para juros globais.
A alta do petróleo volta a trazer para o radar o risco de um novo choque inflacionário, especialmente em um momento em que o mercado ainda tenta calibrar expectativas para juros globais.
🔥8