Após 102 dias de conflito, negociadores de EUA e Irã assinaram o Acordo de Genebra III: Irã congela enriquecimento de urânio em 3,67% por 5 anos + inspeções irrestrição IAEA. EUA levanta bloqueio naval imediato; sanções petrolíferas levantadas em 60% em 30 dias. Hormuz reaberto para tráfego normal. IAEA Director Grossi parte para Teerã esta semana. Israel: “monitoramento rigoroso será exigido.”
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Segue link: https://ninjatraderdomesticvendor.sjv.io/c/7225286/3069488/37581
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Bom dia a todos
Segue arquivo com papers de todos os bancos de Wall Street.
Hoje tem FOMC, então, deem aquela garimpada pra ler tudo o que importa e se preparar pra decisão de tarde.
Antes do evento eu dou minha opinião aqui.
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Hoje tem FOMC, então, deem aquela garimpada pra ler tudo o que importa e se preparar pra decisão de tarde.
Antes do evento eu dou minha opinião aqui.
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FOMC – O que os grandes bancos estão esperando da estreia de Kevin Warsh no comando do Fed
Bank of America (BofA)
O Bank of America espera que o Fed mantenha os juros inalterados entre 3,50% e 3,75%, sem dissidências na votação. A principal mudança estaria na comunicação: o Fed deve remover o chamado easing bias (viés que sugeria cortes futuros de juros), adotando uma postura mais neutra. Para o banco, Warsh não defenderá cortes já em sua primeira reunião como presidente.
O BofA acredita que o comunicado pode eliminar trechos que fazem referência ao “momento e extensão” de futuros ajustes de juros, simplificando o texto e reduzindo o forward guidance. Apesar disso, o banco não vê Warsh como um defensor de altas imediatas. A expectativa é de uma postura paciente, aguardando mais dados econômicos antes de qualquer movimento.
O principal risco para os mercados, segundo o BofA, é que investidores passaram a enxergar Warsh como relativamente dovish. Caso ele demonstre preocupação maior com a inflação ou sugira que o próximo movimento possa ser uma alta, o mercado poderá aumentar rapidamente a precificação de novos aumentos de juros. O banco também vê possibilidade de Warsh reduzir a frequência das coletivas de imprensa pós-FOMC.
Bank of America (BofA)
O Bank of America espera que o Fed mantenha os juros inalterados entre 3,50% e 3,75%, sem dissidências na votação. A principal mudança estaria na comunicação: o Fed deve remover o chamado easing bias (viés que sugeria cortes futuros de juros), adotando uma postura mais neutra. Para o banco, Warsh não defenderá cortes já em sua primeira reunião como presidente.
O BofA acredita que o comunicado pode eliminar trechos que fazem referência ao “momento e extensão” de futuros ajustes de juros, simplificando o texto e reduzindo o forward guidance. Apesar disso, o banco não vê Warsh como um defensor de altas imediatas. A expectativa é de uma postura paciente, aguardando mais dados econômicos antes de qualquer movimento.
O principal risco para os mercados, segundo o BofA, é que investidores passaram a enxergar Warsh como relativamente dovish. Caso ele demonstre preocupação maior com a inflação ou sugira que o próximo movimento possa ser uma alta, o mercado poderá aumentar rapidamente a precificação de novos aumentos de juros. O banco também vê possibilidade de Warsh reduzir a frequência das coletivas de imprensa pós-FOMC.
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Goldman Sachs
O Goldman Sachs também espera manutenção dos juros, mas acredita que a grande novidade será uma reformulação significativa do comunicado. Na imagem as redlines do statement proposta pelo banco, que prevê a retirada de diversas passagens que indicavam predisposição para cortes, substituindo-as por uma linguagem mais enxuta e neutra. Isso estaria alinhado com a visão histórica de Warsh de que o Fed fala demais e oferece orientação excessiva ao mercado.
O Goldman Sachs também espera manutenção dos juros, mas acredita que a grande novidade será uma reformulação significativa do comunicado. Na imagem as redlines do statement proposta pelo banco, que prevê a retirada de diversas passagens que indicavam predisposição para cortes, substituindo-as por uma linguagem mais enxuta e neutra. Isso estaria alinhado com a visão histórica de Warsh de que o Fed fala demais e oferece orientação excessiva ao mercado.
Wyllian Capucci
Goldman Sachs O Goldman Sachs também espera manutenção dos juros, mas acredita que a grande novidade será uma reformulação significativa do comunicado. Na imagem as redlines do statement proposta pelo banco, que prevê a retirada de diversas passagens que…
Para o Goldman, o Fed deverá atualizar sua avaliação da economia, reconhecendo que o mercado de trabalho voltou a ganhar força nos últimos meses. O banco destaca que o crescimento do emprego surpreendeu positivamente e ajudou a reduzir os riscos de uma desaceleração mais forte da economia americana.
O Goldman também acredita que Warsh poderá iniciar um processo gradual de mudança institucional no Fed. Entre os temas observados estão uma comunicação mais concisa, um balanço patrimonial menor ao longo do tempo e uma abordagem regulatória mais leve para bancos de pequeno e médio porte. Ainda assim, o banco não espera mudanças radicais já nesta primeira reunião.
O Goldman também acredita que Warsh poderá iniciar um processo gradual de mudança institucional no Fed. Entre os temas observados estão uma comunicação mais concisa, um balanço patrimonial menor ao longo do tempo e uma abordagem regulatória mais leve para bancos de pequeno e médio porte. Ainda assim, o banco não espera mudanças radicais já nesta primeira reunião.
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Morgan Stanley
O Morgan Stanley concorda que a taxa de juros deve permanecer inalterada, mas vê risco de dissidências hawkish vindas de dirigentes regionais como Kashkari, Logan e Hammack. Esses membros poderiam defender uma linguagem mais dura em relação à inflação e aos riscos inflacionários.
Apesar dessa possibilidade, o cenário-base do banco continua sendo uma decisão amplamente consensual. Na visão do Morgan Stanley, os membros mais conservadores ficarão satisfeitos caso o viés de cortes seja removido, enquanto os mais dovish aceitarão a manutenção de uma linguagem relativamente equilibrada sobre os riscos econômicos.
O Morgan Stanley concorda que a taxa de juros deve permanecer inalterada, mas vê risco de dissidências hawkish vindas de dirigentes regionais como Kashkari, Logan e Hammack. Esses membros poderiam defender uma linguagem mais dura em relação à inflação e aos riscos inflacionários.
Apesar dessa possibilidade, o cenário-base do banco continua sendo uma decisão amplamente consensual. Na visão do Morgan Stanley, os membros mais conservadores ficarão satisfeitos caso o viés de cortes seja removido, enquanto os mais dovish aceitarão a manutenção de uma linguagem relativamente equilibrada sobre os riscos econômicos.
O MS espera que o comunicado reconheça a melhora recente do mercado de trabalho e mantenha a inflação como principal foco de atenção. Para o Morgan Stanley, o evento mais importante do dia não será a decisão sobre os juros, mas sim a coletiva de Kevin Warsh, que deve fornecer os primeiros sinais concretos sobre sua forma de conduzir a política monetária nos próximos anos.