PRÉ-MARKET – 01/05/2026
Futuros em alta, com o S&P caminhando para novas máximas históricas, sustentado pelo rally puxado pelas megacaps após a melhor performance mensal desde novembro de 2020.
Às 10h, S&P +0,3%, reagindo a notícias de que o Irã enviou resposta às propostas dos EUA sobre cessar-fogo, trazendo algum alívio geopolítico. Nasdaq levemente negativo e Russell ficando para trás.
No pré-market, destaque para Apple +3,8%, após forte guidance de receita, mesmo alertando para aumento de custos de chips e escassez de Macs por “vários meses”.
Mag 7 misto: NVDA +0,4%, MSFT +0,4%, META +0,3%, TSLA -0,2%, GOOGL -0,2%, AMZN -0,7%.
Bonds cedem levemente (-1 a -2bps), enquanto o tape segue concentrado em tech.
Petróleo recua com o otimismo em torno do cessar-fogo:
Brent -$1 (~$110) e WTI testando mínimas perto de $103, refletindo menor prêmio de risco no curto prazo.
Segundo fontes diplomáticas, Teerã apresentou uma nova proposta via mediador paquistanês, indicando que as negociações nucleares dificilmente avançam neste cenário e que o foco deve migrar para encerrar o conflito — leitura que reforça o movimento recente de queda no petróleo.
Metais e alumínio também em queda, com o dólar praticamente estável, após fechar seu pior mês recente. O iene chegou a subir com nova intervenção do Japão, mas já devolveu boa parte do movimento.
Futuros em alta, com o S&P caminhando para novas máximas históricas, sustentado pelo rally puxado pelas megacaps após a melhor performance mensal desde novembro de 2020.
Às 10h, S&P +0,3%, reagindo a notícias de que o Irã enviou resposta às propostas dos EUA sobre cessar-fogo, trazendo algum alívio geopolítico. Nasdaq levemente negativo e Russell ficando para trás.
No pré-market, destaque para Apple +3,8%, após forte guidance de receita, mesmo alertando para aumento de custos de chips e escassez de Macs por “vários meses”.
Mag 7 misto: NVDA +0,4%, MSFT +0,4%, META +0,3%, TSLA -0,2%, GOOGL -0,2%, AMZN -0,7%.
Bonds cedem levemente (-1 a -2bps), enquanto o tape segue concentrado em tech.
Petróleo recua com o otimismo em torno do cessar-fogo:
Brent -$1 (~$110) e WTI testando mínimas perto de $103, refletindo menor prêmio de risco no curto prazo.
Segundo fontes diplomáticas, Teerã apresentou uma nova proposta via mediador paquistanês, indicando que as negociações nucleares dificilmente avançam neste cenário e que o foco deve migrar para encerrar o conflito — leitura que reforça o movimento recente de queda no petróleo.
Metais e alumínio também em queda, com o dólar praticamente estável, após fechar seu pior mês recente. O iene chegou a subir com nova intervenção do Japão, mas já devolveu boa parte do movimento.
A semana finaliza em um ambiente de liquidez reduzida, com diversos mercados globais fechados por feriado e os Estados Unidos concentrando o fluxo. O pano de fundo segue sendo o conflito envolvendo Irã, com sinais mistos entre desescalada diplomática e manutenção de tensões estruturais, agora com a apresentação de uma nova proposta de Teerã via mediador paquistanês.
Apesar do alívio recente, o quadro permanece frágil. A nova proposta indica que as negociações nucleares dificilmente avançam neste momento, com o foco migrando para encerrar o conflito, leitura que ajuda a explicar a recente compressão do prêmio de risco no petróleo. Ao mesmo tempo, autoridades americanas sugerem que o “relógio” do prazo de 60 dias (que expiraria hoje) do War Powers Act estaria suspenso devido à trégua, enquanto o governo sinaliza continuidade das operações. Do lado iraniano, a retórica segue dura, com promessas de resposta prolongada, mesmo após dias sem confrontos diretos.
Apesar do alívio recente, o quadro permanece frágil. A nova proposta indica que as negociações nucleares dificilmente avançam neste momento, com o foco migrando para encerrar o conflito, leitura que ajuda a explicar a recente compressão do prêmio de risco no petróleo. Ao mesmo tempo, autoridades americanas sugerem que o “relógio” do prazo de 60 dias (que expiraria hoje) do War Powers Act estaria suspenso devido à trégua, enquanto o governo sinaliza continuidade das operações. Do lado iraniano, a retórica segue dura, com promessas de resposta prolongada, mesmo após dias sem confrontos diretos.
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BRIEFING DE FIM DE SEMANA — DOMINGO 3/MAIO/2026 — 18H30 BRT
O catalisador dominante desta virada de semana é duplo e conflitante no petróleo: enquanto o OPEC+ anunciou hoje à tarde aumento de 188 mil barris/dia nas cotas de junho, primeiro encontro pós-saída dos Emirados Árabes Unidos (UAE saiu em 28/abril), Trump encerrou o domingo com o anúncio do "Project Freedom", operação militar-humanitária para escortar navios neutros presos no Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira, com uso de força autorizado se houver interferência iraniana. O mercado vai abrir em 30 minutos (19h00 BRT) lendo essas duas forças em direções opostas: OPEC+ é bearish para crude, mas a escalada militar é um prêmio de risco que pode dar suporte ao petróleo no overnight.
O S&P 500 fechou sexta em novo recorde histórico: 7.230 pontos, +1,3% na semana. O Nasdaq Composite acompanhou em máxima histórica (~25.114). Earnings de mega caps foram o driver: Meta receita +33%, Apple iPhone +22%, Alphabet +22%, AWS +28%. A temporada está acima das médias históricas em surpresas positivas. Para esta semana, o calendário está carregado nos resultados — quinta-feira tem 598 empresas reportando, com destaque para ExxonMobil, Eli Lilly e Qualcomm. ia.
O calendário macro desta semana tem dois eventos de peso. NFP sexta 8/mai (9h30 BRT): mercado de trabalho de abril — primeiro dado pós-FOMC e pós-Powell, com a narrativa Fed agora em transição para a gestão Warsh. Qualquer número fraco reacende debate de corte em junho/julho. Segundo, o contexto Powell: na última reunião de quarta (29/abr), 4 membros do FOMC dissentiram — divisão mais profunda desde outubro de 1992. Powell confirmou que ficará no Board of Governors até as investigações do governo Trump "terem transparência e finalidade". A próxima reunião do FOMC é em junho. CPI de abril sai em 12/mai (semana seguinte).
O catalisador dominante desta virada de semana é duplo e conflitante no petróleo: enquanto o OPEC+ anunciou hoje à tarde aumento de 188 mil barris/dia nas cotas de junho, primeiro encontro pós-saída dos Emirados Árabes Unidos (UAE saiu em 28/abril), Trump encerrou o domingo com o anúncio do "Project Freedom", operação militar-humanitária para escortar navios neutros presos no Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira, com uso de força autorizado se houver interferência iraniana. O mercado vai abrir em 30 minutos (19h00 BRT) lendo essas duas forças em direções opostas: OPEC+ é bearish para crude, mas a escalada militar é um prêmio de risco que pode dar suporte ao petróleo no overnight.
O S&P 500 fechou sexta em novo recorde histórico: 7.230 pontos, +1,3% na semana. O Nasdaq Composite acompanhou em máxima histórica (~25.114). Earnings de mega caps foram o driver: Meta receita +33%, Apple iPhone +22%, Alphabet +22%, AWS +28%. A temporada está acima das médias históricas em surpresas positivas. Para esta semana, o calendário está carregado nos resultados — quinta-feira tem 598 empresas reportando, com destaque para ExxonMobil, Eli Lilly e Qualcomm. ia.
O calendário macro desta semana tem dois eventos de peso. NFP sexta 8/mai (9h30 BRT): mercado de trabalho de abril — primeiro dado pós-FOMC e pós-Powell, com a narrativa Fed agora em transição para a gestão Warsh. Qualquer número fraco reacende debate de corte em junho/julho. Segundo, o contexto Powell: na última reunião de quarta (29/abr), 4 membros do FOMC dissentiram — divisão mais profunda desde outubro de 1992. Powell confirmou que ficará no Board of Governors até as investigações do governo Trump "terem transparência e finalidade". A próxima reunião do FOMC é em junho. CPI de abril sai em 12/mai (semana seguinte).
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Emirados Árabes Unidos: Nossos sistemas de defesa aérea estão respondendo a uma ameaça de míssil.
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FUJAIRAH: ATAQUE COM DRONE IRANIANO CAUSA INCÊNDIO NA ZONA INDUSTRIAL DE PETRÓLEO*
As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos estão atualmente lidando com ataques de mísseis e drones provenientes do Irã, e o Ministério da Defesa confirma que os sons ouvidos em áreas dispersas do país são resultado da ação dos sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos contra mísseis balísticos, drones e aeronaves não tripuladas.
O sistema de defesas aéreas dos EAU está ativamente engajando ameaças de mísseis e UAVs
O MOD afirma que os sons ouvidos em todo o país são o resultado de operações de engajamento em andamento contra mísseis e UAVs
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Os mercados dispararam por volta das 05h50 após uma matéria da Axios indicando que Estados Unidos e Irã estariam próximos de um acordo preliminar para encerrar o conflito. O texto menciona um possível “one-page memo” envolvendo suspensão do enriquecimento nuclear iraniano, liberação de fundos congelados do Irã e flexibilização das restrições no Estreito de Hormuz. A leitura imediata do mercado foi de forte redução do risco geopolítico e queda do risco de choque no petróleo.
Com isso, o petróleo despencou, o dólar perdeu força e o S&P500/Nasdaq aceleraram fortemente para cima em um típico movimento de “risk-on”, impulsionado também por short covering e desmontagem de hedges ligados à guerra e energia. Apesar da reação explosiva, uma headline posterior da própria Axios afirmou que “nada foi acordado ainda” e que os EUA aguardam uma resposta final do Irã nas próximas 48 horas.
Com isso, o petróleo despencou, o dólar perdeu força e o S&P500/Nasdaq aceleraram fortemente para cima em um típico movimento de “risk-on”, impulsionado também por short covering e desmontagem de hedges ligados à guerra e energia. Apesar da reação explosiva, uma headline posterior da própria Axios afirmou que “nada foi acordado ainda” e que os EUA aguardam uma resposta final do Irã nas próximas 48 horas.
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Irã joga água fria no entusiasmo pelo acordo:
O que as mídias americanas estão publicando sobre os detalhes das negociações não reflete a realidade do que está acontecendo, de acordo com o AI Araby citando fontes iranianas.
Progresso foi feito nas conversas com Washington por meio do Paquistão, mas ainda não chegou a um nível que leve a um acordo.
As negociações estão focadas em encerrar a guerra, não na questão nuclear.
As negociações ainda enfrentam a abordagem intransigente americana e exigências excessivas.
https://www.alaraby.co.uk/news/breaking#13665185
O que as mídias americanas estão publicando sobre os detalhes das negociações não reflete a realidade do que está acontecendo, de acordo com o AI Araby citando fontes iranianas.
Progresso foi feito nas conversas com Washington por meio do Paquistão, mas ainda não chegou a um nível que leve a um acordo.
As negociações estão focadas em encerrar a guerra, não na questão nuclear.
As negociações ainda enfrentam a abordagem intransigente americana e exigências excessivas.
https://www.alaraby.co.uk/news/breaking#13665185
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*ISNA: IRÃ ESTÁ DISCUTINDO FIM DA GUERRA, NÃO QUESTÃO NUCLEAR
*ISNA: PLANO DOS EUA CONTÉM PROPOSTAS AMBICIOSAS E IRREALISTAS
*ISNA: IRÃ REJEITOU TAIS PROPOSTAS NOS ÚLTIMOS DIAS
*ISNA: PLANO DOS EUA CONTÉM PROPOSTAS AMBICIOSAS E IRREALISTAS
*ISNA: IRÃ REJEITOU TAIS PROPOSTAS NOS ÚLTIMOS DIAS
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TRUMP DIZ QUE SENTE OS EUA SE APROXIMANDO DE UM ACORDO COM O IRÃ: PBS
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