Wyllian Capucci
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Research, opinião e notícias que impactam os mercados globais
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Eu ordenei que a Marinha dos Estados Unidos atire e elimine qualquer barco, por menor que seja (os navios deles estão TODOS, 159 deles, no fundo do mar!), que esteja colocando minas nas águas do Estreito de Ormuz. Não haverá hesitação. Além disso, nossos navios de varredura de minas estão limpando o estreito neste exato momento. Estou ordenando que essa atividade continue, mas em um nível triplicado! Obrigado pela atenção a este assunto.
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O Irã está tendo muita dificuldade para descobrir quem é o seu líder! Eles simplesmente não sabem! A briga interna é entre os ‘linha-dura’, que têm perdido FEIO no campo de batalha, e os ‘moderados’, que não são nada moderados (mas estão ganhando respeito!), é LOUCURA! Nós temos controle total sobre o Estreito de Ormuz. Nenhum navio pode entrar ou sair sem a aprovação da Marinha dos Estados Unidos. Está ‘completamente selado’ até que o Irã seja capaz de fazer um ACORDO!!!!
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**BREAKING:**

- O IRGC (Guarda Revolucionária) está limitando a autoridade: Araghchi e Ghalibaf podem continuar as negociações com os americanos, mas sem poder de assumir compromissos ou garantir nada
- Recuo em relação a entendimentos anteriores sobre urânio enriquecido a 60% (450 kg)
Mensagem de Teerã: negociações, sim; compromissos, não.

Centros de poder no Irã agora:

Ahmad Vahidi — Comandante da IRGC
Mohammad Bagher Zolqadr — Secretário do Conselho de Segurança Nacional

Mapa de poder dentro do regime:

A principal divisão não é mais só IRGC vs. outros
A divisão real: linha-dura vs. pragmáticos
Mesmo fora da IRGC, há figuras alinhadas ao campo mais agressivo

Resumo:

Os linha-dura estão ganhando força, controlando as decisões — e endurecendo a posição do Irã em relação aos Estados Unidos.
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24/04/2026

Os futuros de ações dos EUA operam divergentes hoje, com NQ em alta de +0,9% no pré-market, carregado pelo beat de Intel no after-hours de ontem, que contaminou todo o complexo de semis e criou divergência clara com ES (flat) e YM (-0,3%) - tech segue sendo o único setor imune ao ruído geopolítico, enquanto cíclicos apanham do petróleo acima de US$ 100.

Brent tocou US$ 101,30 na madrugada, pico overnight, antes de aliviar pra US$ 99.21; WTI em US$ 95,75 com viés comprador residual no front month após EUA e Irã voltarem a trocar apreensões de navios no Estreito.

Em equities, rotação intra-S&P 500 com semicondutores liderando (Intel puxando AMD, Broadcom, Micron) enquanto transportes e consumo discricionário seguem lateralizados pelo custo de combustível. A extensão de 3 semanas no cessar-fogo Israel-Líbano anunciada por Trump ontem à noite (19h BR) deu alívio marginal pro risk-on no overnight, mas o mercado não está precificando paz duradoura, é pausa, não resolução. Energy (XLE, XOP) segue como hedge estrutural.

No petróleo, o movimento de agora é tomada de lucro após o spike overnight. O ministro das Relações Exteriores do Irã é esperado em Islamabad na noite de sexta-feira, o que derrubou petróleo das máximas. Sem progresso nas negociações EUA-Irã e com shipping ainda interrompido no Estreito, o prêmio de risco está entranhado, difícil ver Brent abaixo de US$ 100 no curto prazo mesmo com o cessar-fogo Líbano estendido. Qualquer headline de bloqueio efetivo ou novo ataque leva WTI fácil pra US$ 98+.
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Na agenda: UMich Consumer Sentiment preliminar às 11h00 BRT — dado crítico; leituras recentes vêm deteriorando com gasolina em alta, e uma surpresa pra baixo revive trade de estagflação. No radar também o testemunho de Kevin Warsh no Comitê Bancário do Senado como indicação de Fed chair, que pode mexer na curva curta dependendo do tom sobre balance sheet e política de juros.
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Principal catalisador do dia:

Após sinalizar durante todo o dia de ontem que não havia decidido iniciar uma segunda rodada de negociações de paz com os Estados Unidos, a manhã de sexta-feira foi marcada por uma série de manchetes na mídia saudita e regional especulando que hoje seria diferente . "O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, pode chegar esta noite acompanhado por uma pequena delegação", disse uma fonte do governo paquistanês ao correspondente da Al Arabiya.

A Bloomberg também noticiou que o Ministro das Relações Exteriores do Irã, Araghchi, deve chegar a Islamabad esta noite. Além disso, fontes do Paquistão afirmam que o país pode anunciar hoje a retomada das negociações entre o Irã e os Estados Unidos. É claro que já vimos muitas manchetes desse tipo, como "segunda rodada de negociações EUA-Irã esperada", que não se concretizaram, e no momento não há sinais de avanço por parte dos EUA.
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Trump está enviando seu enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner ao Paquistão para participar de conversas com o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, disseram dois funcionários do governo à CNN.

O vice-presidente JD Vance não planeja participar atualmente, já que o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad-Bagher Ghalibaf, que é visto internamente por autoridades da Casa Branca como chefe da delegação iraniana e contraparte de Vance, também não está participando, disseram eles.

No entanto, o vice-presidente estará de prontidão para viajar a Islamabad caso as negociações avancem, segundo eles, e membros de sua equipe estarão no país participando da conversa.
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Fechamento dessa sexta:
ES subiu +0,88% e NQ disparou +1,84% nesta sexta, com a sessão sustentada em três pernas: Intel com earnings de outro planeta (+24%, arrastando SOXX a novo ATH no 18º dia consecutivo de alta em semis), DOJ encerrando a investigação criminal contra Powell (abre caminho para confirmação de Warsh e remove o overhang político sobre o Fed), e petróleo cedendo com hopium diplomático. Tape está comprado em tech, com rotação saindo de defensivos. CL despencou ~4% mas recuperou no fim do dia e vai fechando em -2,12% depois que Bloomberg/Al Jazeera confirmaram que o FM iraniano Araghchi vai a Islamabad hoje à noite e Witkoff+Kushner voam ao Paquistão sábado de manhã para talks diretos com a delegação iraniana.

No S&P, a liderança é clara: semis puxam, mega caps de AI participam, e a narrativa de "Fed previsível" pós-Powell-probe ajuda duration. No petróleo, o tape está fazendo o que sempre faz nesse padrão: soltando prêmio de guerra na primeira manchete de diplomacia. Araghchi em Islamabad + a tripla Witkoff-Kushner mediando no Paquistão (agenda de sábado) é catalisador mais forte do que o mercado esperava. Lembrando que a primeira rodada (11-12 abril) fracassou depois de 21h de negociação. Ponto crítico: bloqueio naval americano aos portos iranianos continua em pé e Teerã coloca isso como precondição inegociável. Ou seja, headline risk binário no fim de semana - se não rolar acordo, gap up de 2-3% no domingo à noite é base. 15 milhões de bpd ainda presos no Hormuz.

Goldman manteve PCE dez/26 em 3,1% (+1pp na revisão anterior) com oil como driver principal, então Fed fica no modo "wait and see".
Evento iminente: Witkoff e Kushner embarcam amanhã pela manhã. Primeira leitura de mercado cai no domingo, 19h BRT (abertura dos futuros). Falas de Warsh hoje sobre métrica de inflação ("left of the decimal point") sinalizam tolerância a PCE acima da meta - dovish na margem para o próximo FOMC.
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BRIEFING DE FIM DE SEMANA — SÁBADO 25/04/2026 | 13h24 BRT
A manchete dominante deste sábado é o fracasso diplomático em Islamabad: o chanceler iraniano Araghchi saiu do Paquistão sem se encontrar com Kushner e Witkoff, e Trump imediatamente cancelou a missão americana. O ceasefire EUA–Irã tecnicamente ainda está em vigor, mas a janela diplomática de segunda rodada fechou de forma acanhada (e o Estreito de Ormuz permanece bloqueado). Para o trader, o sinal direto é petróleo sob viés altista na abertura de domingo, especialmente com o mercado já tendo precificado algum otimismo de convergência no final desta semana. O risco geopolítico voltou ao primeiro plano antes de uma semana pesadíssima de macro.

Equities fecharam sexta em terreno de recorde histórico, com S&P 500 a 7.165 (+0,8% no dia) e Nasdaq a 24.836 (+1,6%), ambos na máxima de todos os tempos. A semana foi excepcional: o S&P apagou todos as perdas de 2026 numa única sequência de altas, sustentado por earnings Q1 fortes (>80% beat em EPS e receita) e pela descompressão da narrativa tarifária. O setup técnico é de breakout com momentum, mas a semana que vem é a mais carregada do ano: MSFT, Alphabet, Meta e Amazon reportam na quarta à noite, mesmo dia que sai a decisão do FOMC. Qualquer decepção em capex de IA ou forward guidance pode reverter o momentum. VIX fechou 18,7, baixo para o contexto, mas a compressão pode reverter rápido.
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No petróleo, WTI fechou em $94,40 na sexta com o mercado já nervoso sobre o Estreito de Ormuz (shipping ainda interrompido mesmo durante o ceasefire). O fracasso de hoje em Islamabad é diretamente bullish para CL/Brent: remove o catalisador de desescalada que estava pesando sobre o prêmio de risco geopolítico. Com a OPEP+ tendo aprovado alta de 206k bpd para abril (produção adicional já absorvida pelo mercado), o supply-side tem pouca capacidade de amortecer um novo spike. Inventários da EIA sai na semana; qualquer draw inesperado com Hormuz fechado pode empurrar Brent para testar $110.
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O calendário da semana de 28/04 é o mais denso de 2026 até aqui. Segunda: Consumer Confidence (Conference Board). Terça: dados de habitação. Quarta 29/04 é o dia crítico: decisão do FOMC (sem corte esperado) + Advance Durable Goods + earnings de MSFT, Alphabet, Meta e Amazon pós-fechamento. Quinta 30/04: GDP Q1 — o mercado vai cruzar com a narrativa de estagflação caso o número decepcione. NFP deve sair sexta 01/05. Kevin Warsh segue em processo de confirmação no Senado, qualquer fala sobre juros ou independência do Fed pode mexer na curva.

Risco de gap domingo 19h BR
T: Cenário base é abertura negativa em ES/NQ e positiva em CL. Se Trump postar algo conciliatório sobre o Irã ou anunciar extensão unilateral do ceasefire ao longo do sábado/domingo, o setup se inverte parcialmente, petróleo cede e equities preservam o gap de alta técnico.
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⚠️ DESTAQUES
#1 — IRÃ APRESENTA NOVO DEAL AO EUA: ABRIR ORMUZ AGORA, NUCLEAR DEPOI
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Axios (publicado esta manhã, ~07h BRT) — via mediadores paquistaneses, Teerã propõe separar as negociações: reabrir Estreito + levantar bloqueio americano primeiro, nuclear em fase posterior. White House confirmou ter recebido. Sem resposta.

#2 — ARAGHCHI EM SÃO PETERSBURGO PARA ENCONTRO COM PUTIN (HOJE)
Al Jazeera / CNN / Moscow Times — chanceler iraniano chegou a São Petersburgo para coordenação estratégica com Putin após colapso das conversas no Paquistão.

#3 — GOLDMAN SACHS ELEVA FORECAST DE PETRÓLEO (DOMINGO/SEGUNDA)
Bloomberg / InvestingLive — GS publicou revisão: Q4 Brent alvo base $90-99, cenário severo Brent $120 em Q3 se Hormuz ficar fechado mais 30 dias. Inventários globais drenando a 11-12 mbpd.
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PRÉ-MARKET 27/04/2026

ES e NQ operam flat neste pré-market de segunda, em modo de espera antes da semana mais carregada do trimestre. O driver continua sendo o petróleo: WTI sobe 1,7% a $96 e Brent avança para $100, sustentados pelo Estreito de Ormuz ainda efetivamente fechado. O catalisador de reversão está vivo: a Axios reportou esta manhã que Teerã enviou uma nova proposta de dois estágios aos EUA via Paquistão - abrir Ormuz e encerrar o bloqueio primeiro, nuclear depois. A Casa Branca recebeu; resposta pendente.

Isso ocorre após as conversas de paz EUA-Irã terem implodido no fim de semana, Trump cancelou a visita dos emissários ao Paquistão uma hora depois de Araghchi ter deixado Islamabad. Irã culpou "demandas excessivas de Washington". O chanceler iraniano chegou hoje a São Petersburgo para se reunir com Putin, buscando respaldo russo antes de qualquer concessão.

Equities seguem em compasso de espera com viés levemente comprador. O suporte de ES em 7.100 aguentou na semana passada mesmo com o pico de tensão geopolítica, tese de que o mercado já precificou o risco base de Hormuz fechado. O bid em NQ é antecipação de earnings: MSFT, GOOGL, META e AMZN reportam quarta após o fechamento, maior bloco de mega caps da temporada. Qualquer sinalização positiva de margem de AI e cloud pode impulsionar NQ 3–5%; guidance fraco num backdrop geopolítico hostil seria duplamente penalizante. O incidente de sexta no White House Correspondents' Dinner (um policial baleado, Trump evacuado ileso) foi digerido pelo mercado sem deixar marca, com Trump postando no Truth Social no domingo pedindo um salão de eventos na Casa Branca.
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Wyllian Capucci
PRÉ-MARKET 27/04/2026 ES e NQ operam flat neste pré-market de segunda, em modo de espera antes da semana mais carregada do trimestre. O driver continua sendo o petróleo: WTI sobe 1,7% a $96 e Brent avança para $100, sustentados pelo Estreito de Ormuz ainda…
Petróleo mantém tendência de alta enquanto o Estreito permanece fechado, com Goldman Sachs reforçando o narrative hoje: upside case de Brent $120 em Q3 se o fechamento se estender mais um mês.

A agenda desta semana justifica cautela com tamanho de posição: FOMC terça/quarta (pausa total precificada, mas Powell pode sinalizar path dependente de inflação energética), GDP Q1 e PCE quinta-feira, além dos quatro maiores pesos do NQ na quarta à noite. A janela de risco máximo é quarta - entre o comunicado do Fed às 15h BRT e os earnings após fechamento.

O risco do dia é binário e centrado no óleo: se Trump responder positivamente à proposta iraniana, short cover violento em CL, rally em ES/NQ e possível reversão de $5-8 em WTI intraday. Se Washington rejeitar, Araghchi sai de Moscou com backing de Putin, Teerã endurece e CL testa $100.
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Rich Privorotsky — Goldman Sachs International · Global Banking & Markets

O mercado tem uma única narrativa: Gastos com IA. Enquanto o Estreito de Hormuz segue fechado sem solução à vista, equities ignoram o risco energético e perseguem a tese de tokens → inteligência → AGI. Os fundamentos de curto prazo são sólidos, mas os técnicos viram de tailwind para headwind — CTA demand esgotada, sentiment em extremo, rebalanceamento de fim de mês vendedor de ~$20bn em equities. A semana é densa: Mag 6 earnings + FOMC + BOJ/ECB/BOE. O binário está claro: capex sobe ainda mais → narrativa sustentada; capex flat → problema.

Proposta iraniana: Irã ofereceu reabertura do Estreito em troca de discussão adiada sobre capacidade nuclear. GS avalia como non-starter se os fluxos ainda passam por rota sob controle iraniano. Ambos os lados creem ter vantagem — EUA: pressão econômica sobre Teerã; Irã: controle do choke point. Resultado provável: status quo mantido.

Need More Tokens - AI Spend
Equities = AI, só AI
. Intel reforçou a tese na semana passada; semis asiáticos sustentando o tape overnight. O conceito de "Token Maxing" emergiu: equipes de engenharia competindo para consumar o máximo de compute possível — gastar pouco virou risco de carreira. Isso cria incentivo perverso a gastar agressivamente, até ineficientemente.
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O Ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou que Trump está solicitando negociações porque os EUA não alcançaram nenhum de seus objetivos, e que o país está analisando o pedido.
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A essa altura do campeonato o mercado quase nem se mexe mais com essas headlines de negociações. Mercado 100% focado nos earnings das big techs, ate que algo concreto venha do front da guerra. Todas as negociações ate agora foram apenas ruido.
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Eita, não esperava essa. Estava lutando contra o câncer há 3 anos a esposa postou.

Descanse em paz meu amigo.
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Dados de mercado de trabalho foram movidos pra semana seguinte, devido a concentração grande de dados, reuniões de BC`s e Earnings dessa semana.